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Publicado em:
11
2/2019

Planejamento e capacitação são essenciais para a abertura de um negócio

Especialista do Sebrae indica fatores decisivos a serem avaliados e adotados para aqueles que querem empreender.



Metatags: Negócio, Sebrae, Empreendedor, Vendas, Comércio
Divulgação

Muitas pessoas pretendem abrir seu próprio negócio, mas não sabem por onde começar. É preciso ter cautela, foco, pesquisa, capacitação, planejamento, selecionar o local de atuação, a área de competência, entre outros pontos.


“A partir do momento em que a pessoa define o que gosta, onde ela é boa, que é competente e que atende a uma demanda, ela já não tem mais uma ideia, mas uma oportunidade de negócios”, ressalta o especialista em empreendedorismo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Enio Pinto.


Segundo o consultor, é necessário colocar a ideia no papel para avaliar o empreendimento e o mercado: fornecedores, concorrentes já estabelecidos, perfil e quantitativo de consumidores. Em seguida, deve-se calcular o montante necessário e onde conseguir recursos para abrir o próprio negócio.


Outra ferramenta necessária, além de um plano, é a modelagem de negócios. Enio ressalta ser fundamental que o futuro empresário faça a experimentação do seu empreendimento para saber se vai dar certo.


Um exemplo é de um empreendedor que pretende abrir um fastfood e fazer uma experiência com uma pequena barraca.  “É testar de forma rápida, aprender com os erros, sem gastar muito. Assim, é possível ver se funciona e para se ter o feedback”.


Muitos empreendedores começam seus negócios tendo ainda outra ocupação, na maioria das vezes por questões financeiras. “Existem empreendimentos em que o número de funcionários é enxuto e pode não funcionar como deveria. Chega uma hora em que o empresário é encostado na parede e terá que optar ou não vai a lugar nenhum. Isso é na prática, mas a decisão final é pessoal”, acrescenta.


Para que o negócio dê realmente certo, é preciso capacitação, já que muitas pessoas não possuem experiência de empreendedorismo. “É o que chamamos de IPGN, que significa Iniciando um Pequeno Grande Negócio”, diz Enio. Isso pode ser feito por meio do Sebrae, com consultorias que abordem a administração da empresa ou com cursos a distância.


Também é importante adotar o que os técnicos chamam de “anjo da guarda”, que é aprender a rotina de um negócio com outro empresário do mesmo ramo ou conhecer, como cliente, outros estabelecimentos do gênero. “É sempre importante fazer um piloto do empreendimento, pois assim possibilidades de acerto são muito maiores”, finaliza o especialista.

Fonte: Primeira Página, com informações do Sebrae.


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