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Empreendedorismo atrai 52 milhões de brasileiros em 2018, aponta pesquisa

Empreendedorismo atrai 52 milhões de brasileiros em 2018, aponta pesquisa

Levantamento do Global Entrepreneurship Monitor mostra que País viveu no ano passado o segundo melhor desempenho.

 

Mais do que um sonho, ser dono do próprio negócio é, também, uma grande vocação do brasileiro. É o que aponta a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que levantou que, em 2018, dois a cada cinco brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de abrir uma empresa.

A taxa total de empreendedorismo chegou a 38%, de acordo com a GEM – o que significa que aproximadamente 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos em alguma atividade empreendedora no ano passado.

Entre os novos empreendedores, houve também um aumento do público jovem, entre 18 e 24 anos. A participação dessa faixa etária subiu, de 2017 para 2018, de 18,9% para 22,2% do total de pessoas que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios formais ou informais de até três anos e meio. 

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isto, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido.

A pesquisa foi realizada em 49 países e, no Brasil, contou com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo o presidente do instituto, João Henrique de Almeida Sousa, a recuperação do índice de empreendedorismo por oportunidade é um resultado muito animador para a economia brasileira.

“Diferente de quem empreende por necessidade, depois de passar por uma situação de desemprego, por exemplo, o empresário motivado por uma oportunidade, normalmente é aquele que faz um plano de negócio, que estuda a concorrência e tem – por consequência – maior probabilidade de sobreviver no mercado”, analisa Sousa.

Em contraposição, o empreendedor por necessidade é aquele resolve abrir a empresa pela falta de outras possibilidades para geração de renda e de ocupação. “Em geral, esse tipo de empreendedor é menos qualificado para administrar o próprio negócio, e enfrenta mais dificuldades para gerir a empresa”, conclui o presidente do Sebrae.

 

Fonte: Primeira Página.

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